Pois essa luz cintilante
Que brilha no teu semblante
Donde lhe vem o ‘splendor?
Não sentes no peito a chama
Que aos meus suspiros se inflama
E toda reluz de amor?
Pois a celeste fragrância
Que te sentes exalar,
Pois, dize, a ingénua elegância
Com que te vês ondular
Como se baloiça a flor
Na Primavera em verdor,
Dize, dize: a natureza
Pode dar tal gentileza?
Quem ta deu senão amor?
Vê-te a esse espelho, querida,
Ai!, vê-te por tua vida,
E diz se há no céu estrela,
Diz-me se há no prado flor
Que Deus fizesse tão bela
Como te faz meu amor.
Almeida Garrett, in 'Folhas Caídas'
A BAD em 2013… o 10º de 12 breves posts sobre a ação da BAD em 2013 (outono
cheio de dinamismo)
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Outubro foi mês de *anúncios *e de grande *dinamismo *na associação...
Foram anunciadas várias iniciativas com envolvimento dos grupos de trabalho
da BAD: “...
Há 12 anos


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